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Matcon em Ação no Summit 2026 Direto da Holanda
Varejo de material de construção e as tendências globais do DIY
Por
Cássio Tucunduva
&
Julio Pereira
– Direto de Amsterdã
As principais discussões e tendências apresentadas no 12th Global DIY-
Summit 2026
, realizado em Amsterdã, sob a perspectiva de Cássio Tucunduva (presidente da Anamaco) e Julio Pereira (CEO).
O evento apontou que o varejo mundial de material de construção, jardinagem e bricolagem (DIY) entrou em uma nova fase, onde o foco migrou de produtos e preços para a preparação diante de consumidores exigentes, um cenário econômico desafiador e a aceleração tecnológica.
Os principais pontos discutidos no evento e suas lições para os lojistas brasileiros incluem:
- Cenário Econômico Mundial:
Diante de choques globais e juros persistentemente altos, o economista Dr. Ira Kalish recomenda um otimismo cauteloso. Para o varejo, a prioridade máxima é a disciplina operacional e financeira (controle rígido de estoque, caixa, margem e custos).
- Inteligência Artificial (IA):
A IA deixou de ser uma tendência distante e passou a ser uma ferramenta de competitividade que gera produtividade. No varejo, ela deve ser usada de forma prática para organizar dados, automatizar processos e melhorar o atendimento.
- Tradição e Inovação:
Dan Starr (CEO do Do it Best Group) enfatizou que credibilidade e história local continuam importantes, mas não bastam para atrair as novas gerações (Millennials e Geração Z). É preciso tomar decisões baseadas em dados e atualizar os canais digitais.
- Integração Físico-Digital:
O ambiente digital não anula a loja física; as duas frentes devem atuar juntas. O consumidor pesquisa online e usa redes sociais, mas valoriza o espaço físico para obter orientação técnica e confiança.
- Experiência do Cliente:
Ken Hughes destacou que o novo consumidor exige jornadas rápidas, personalizadas e humanas. O atendimento, a agilidade no pós-venda e a capacidade de resolver problemas pesam tanto quanto o preço.
O futuro do setor no Brasil exigirá das empresas o abandono do amadorismo e da guerra de preços baseada apenas em percepções. Os lojistas que quiserem prosperar e se manter competitivos precisarão focar em produtividade, gestão financeira estratégica, uso inteligente de dados e IA, e no fortalecimento do relacionamento com o cliente.
A transformação deve começar de forma gradual, unindo a tradição de cada negócio à capacidade de adaptação rápida.
Confira a matéria na íntegra pelo site da Anamaco:
https://anamaco.com.br/post/diy-summit-2026-tendencias-varejo-material-construcao
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As principais discussões e tendências apresentadas no 12th Global DIY-
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, realizado em Amsterdã, sob a perspectiva de Cássio Tucunduva (presidente da Anamaco) e Julio Pereira (CEO).
O evento apontou que o varejo mundial de material de construção, jardinagem e bricolagem (DIY) entrou em uma nova fase, onde o foco migrou de produtos e preços para a preparação diante de consumidores exigentes, um cenário econômico desafiador e a aceleração tecnológica.
Os principais pontos discutidos no evento e suas lições para os lojistas brasileiros incluem:
- Cenário Econômico Mundial:
Diante de choques globais e juros persistentemente altos, o economista Dr. Ira Kalish recomenda um otimismo cauteloso. Para o varejo, a prioridade máxima é a disciplina operacional e financeira (controle rígido de estoque, caixa, margem e custos).
- Inteligência Artificial (IA):
A IA deixou de ser uma tendência distante e passou a ser uma ferramenta de competitividade que gera produtividade. No varejo, ela deve ser usada de forma prática para organizar dados, automatizar processos e melhorar o atendimento.
- Tradição e Inovação:
Dan Starr (CEO do Do it Best Group) enfatizou que credibilidade e história local continuam importantes, mas não bastam para atrair as novas gerações (Millennials e Geração Z). É preciso tomar decisões baseadas em dados e atualizar os canais digitais.
- Integração Físico-Digital:
O ambiente digital não anula a loja física; as duas frentes devem atuar juntas. O consumidor pesquisa online e usa redes sociais, mas valoriza o espaço físico para obter orientação técnica e confiança.
- Experiência do Cliente:
Ken Hughes destacou que o novo consumidor exige jornadas rápidas, personalizadas e humanas. O atendimento, a agilidade no pós-venda e a capacidade de resolver problemas pesam tanto quanto o preço.
O futuro do setor no Brasil exigirá das empresas o abandono do amadorismo e da guerra de preços baseada apenas em percepções. Os lojistas que quiserem prosperar e se manter competitivos precisarão focar em produtividade, gestão financeira estratégica, uso inteligente de dados e IA, e no fortalecimento do relacionamento com o cliente.
A transformação deve começar de forma gradual, unindo a tradição de cada negócio à capacidade de adaptação rápida.
Confira a matéria na íntegra pelo site da Anamaco:
https://anamaco.com.br/post/diy-summit-2026-tendencias-varejo-material-construcao
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